quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Consumo cultural dotcom

A loja virtual do Museu de Arte Moderna de Nova York é um refúgio de beleza e criatividade. Enche os olhos. Faz as Tok&Stoks e Etnas da vida parecerem a coisa mais brega e piegas do mundo. Mesmo objetos mais frugais, como este porco-espinho-porta-clipes, tem um design fantástico (que, no caso, é italiano, not american), sem comprometer a usabilidade. O preço também não é menos extraordinário: US$ 20 para não membros do MoMa.

Irresistível sem ser escroto

Nos últimos tempos, na aplicação do conceito do desodorante Axe (de homens irresistivelmente atraentes após o uso do produto), a comunicação da empresa invariavelmente incorreu em escrotidão. Há peças que até descambaram para a homofobia.
Não é o caso desta ação abaixo. Mesmo mantendo o mote original, as placas indicativas de sanitários transmitem a mensagem com concisão, leveza, charme e graça.


A porta que aquece

Dias atrás, o Blog falou sobre uma mini geladeira (clique aqui para ver), com espaço para uma latinha, capaz de gelar a bebida a 8 graus em apenas 5 minutos, quando plugada a uma porta USB. Como estamos no inverno por estas bandas, vamos apresentar uma traquitana tecnológica que mantém aquecidas as bebidas quentes, utilizando o mesmo artifício. Para isso, é necessário ter a USB Cup Warmer. Por US$ 29,50, seu café ou chá ficará sempre na temperatura de 80 graus.


terça-feira, 14 de agosto de 2007

Uma mistura campeã

Peça matadora como essa não precisa de post descritivo. Cabe a mim apenas a obrigação de informar que trata-se de uma vencedora de Cannes deste ano. E também louvar a ousadia da Arno ao fazer a tal mistura, sobretudo por indicar os ingredientes utilizados.


Uma perspectiva mais excitante

Sempre carregadas de sensualidade e ironia, as ações de comunicação da revista masculina Ché se destacam pelo surpreendente efeito visual que normalmente provocam, independentemente da mídia em que são veiculadas.
Instaladas em diversas lojas de conveniência e demais pontos de venda, as peças abaixo são elucidativas sobre esse aspecto. O objetivo, nesse caso, é mostrar que a perspectiva de mundo da publicação é muito mais excitante do que a dura e crua realidade.




Quando a disputa era saudável

Neste filme, a Mercedes Benz faz alusão a uma disputa que, hoje em dia, na vida real, pega fogo. Protagonizado pelos pilotos da equipe Maclaren, Fernando Alonso e Lewis Hamilton, a peça mostra de maneira divertida a competitividade exacerbada entre os dois, nas situações mais banais e ridículas. A trilha sonora infantil dá o tempero especial às situações retratadas. O final é cômico, pois envolve na trama um terceiro personagem, muito popular em sua época.


A moda e seus furos

"Está na moda". Impossível calcular quantas vezes esta mera confirmação causou embaraço ao mundo. Pois bem. Eis que surge mais um motivo para se avexar. É que agora "está na moda" entre a rapaziada usar camisas com furos de espingarda. Não um ou outro tiro, mas uma saraivada deles. A camisa esburacada abaixo sai pela bagatela de U$ 100 cada uma, na Attus, uma grife do Kentucky. Antes que alguém conteste a legitimidade dos furos: nada de efeitos produzidos artificialmente. O negócio é resolvido na bala mesmo. Bem american style.


De fato, é bacana quando funciona

O conceito deste filme do Honda Accord não é dos mais originais. Falar a verdade, é bem batido. Mas é sempre divertido ver essas armadilhas inspiradas no desenho Tom&Jerry, em que um objeto vai empurrando ou acionando o outro, seqüencialmente e orquestradamente, até que o objetivo final (sempre o mais boboca possível) seja atendido. A trilha sonora e a assinatura dão um charme especial à peça.


segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Quebre este cupom e mande para:

A revista norte-americana Karate criou uma pertinente solução para divulgar uma promoção entre seus leitores. Produziu cupons em um material similar ao compensado de madeira, para que os caratecas pudessem literalmente interagir ao participar. Ao que parece, quebrar a madeirite é moleza. Difícil deve ser escrever nela.


Para motivar a equipe

Bender, Fry e Leela estrelam este delicioso cartaz para decorar biombo de escritório. Mais Matt Groening que isso, impossível.
Por apenas US$ 9,99 na Amazon.


Brinquedo idiota. Para idiotas.

Brinquedos idiotas tem aos montes; brinquedos PARA idiotas, não. Brinquedos com nomes idiotas tem bastante também; com "idiota" no próprio nome, nunca vi. Isso até conhecer o Idiot’s Cube - um Rubik Cube, monocromático e acefalóide, que "qualquer um é capaz de montar", anuncia orgulhosamente o fabricante.


As 40 melhores capas de revista

O ranking das 40 melhores capas de revista dos últimos 40 anos, elaborado pela Sociedade Americana de Editores de Revistas, é excelente, do início ao fim. No topo, está uma capa da Rolling Stone, de janeiro de 1981, com uma foto de John Lennon nu, abraçando Yoko Ono - tirada dias antes de sua morte, em 22 de dezembro do ano anterior.

A minha vencedora, porém, ficou (injustamente) em 4° lugar. Com uma belíssima ilustração minimalista de Manhattan, esta capa da The New Yorker traz uma reportagem sobre a “geografia mental limitada” do nova-iorquino em particular – e do norte-americano em geral. Trinta anos se passaram e, ao que tudo indica, a situação continua a mesma. Bem, nem tudo. O preço da publicação, que era de US$ 0,75, atualmente é de US$ 4,50.


Foco na depressão













Enfim, descobriram que os losers podem não ser um problema, mas sim uma excelente oportunidade de negócios. Uma empresa acaba de desenvolver uma série de produtos para este público. Agora, seus membros podem exibir orgulhosamente sua resignação, depressão e/ou desilusão. E com estilo.

De dar medo. Ou aflição. Ou ambos.

Anúncios antigos são educativos sobre a evolução do processo de comunicação, da criação das mensagens à disposição das imagens, uso das cores etc. Mas também são bastante assustadores. Este anúncio da Gillette é um caso típico. Para promover seus barbeadores, mostrando-os como seguros e muito mais fáceis de usar, em comparação à popular navalha, a empresa norte-americana estampou um bebê de colo segurando o perigoso aparelho, convocando os consumidores a "começarem cedo" e "barbearem a si próprios".


sábado, 11 de agosto de 2007

Ah, se fosse simples assim...

Cansado daquelas demonstrações de eletrodomésticos à lá Polishop, Shoptime e correlatos? Pois então assista este da empresa francesa Moulinex. O filme mostra de forma simples e lúdica as funcionalidades do produto sem cair no tédio dos infomerciais, com seus entusiasmados apresentadores. A trilha é de primeira também.


sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Pen-drive que ocupa espaço. Literalmente.

Todo mundo já está cansado de ver pen-drives super diferentes, modernosos. Nos dão tédio. Este aqui, porém, é diferente. Bacana, porque é bem usual. Ele vai inchando à medida que a capacidade de memória é utilizada.

Homônimos em série

Utilizando com sabedoria a associação lingüística e arquitetônica do seu produto com o inseto, a Volkswagen dos EUA desenvolveu um anúncio em que o beetle é o garoto propaganda do New Beetle, para comunicar que o automóvel agora vem com banco de couro de série.

Leve, objetivo e impactante.


O impacto visual de um vício

Para ajudar seus clientes a parar de fumar, a AOK, uma grande seguradora alemã, desenvolveu uma bela comunicação externa. Produziu diversas unidades de um biombo de aço com um pulmão de vidro acoplado, tal qual um cinzeiro, que foram instaladas em locais públicos, ao redor de hospitais, academias, restaurantes, em cidades do sudeste da Alemanha.
Sempre cheias de bitucas de cigarro, as peças traziam uma indicação do tempo de fumante do suposto dono daquele pulmão, provocando o impacto visual e a imediata identificação entre os transeuntes acometidos pelo vício.


Uma agência com visão. Qual? Não faço a menor idéia.

A imagem abaixo é de um Sea World em San Diego. A atração é o “Encontro de Tubarões”. Um “oferecimento” do US Bank. Como é que é? Um banco patrocinando uma batalha de tubarões? A agência que propôs isso deve ser genial. Fico curioso para saber o tipo de associação de marca, de referência matadora (sem duplo sentido) com os serviços bancários, os criadores pensaram que os clientes e prospects do tradicional banco teriam ao serem expostos a tal mensagem.

Uma tonelada de HD

O primeiro computador com hard disk a gente nunca esquece. Esqueceram? Bom, então, vos lhe apresento o 305 Ramac da IBM, de 1956. Pesava cerca de 1 tonelada e tinha 5MB de capacidade no HD.

Quantos desses cabem no seu iPod?